Pré-candidato ao Governo do Rio destaca potencial tecnológico da cidade durante visita ao Laboratório Nacional de Computação Científica
O prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes, visitou nesta quinta-feira (2) o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis, na Região Serrana. A unidade abriga o supercomputador Santos Dumont, considerado o mais potente da América Latina e um dos principais equipamentos de pesquisa científica do país.
Durante a visita, Paes esteve acompanhado da pré-candidata a deputada federal Tatiana Roque, do pré-candidato ao Senado Pedro Paulo e do diretor do LNCC, Fábio Borges de Oliveira. O grupo conheceu a estrutura do laboratório e discutiu o papel da tecnologia e da inovação no desenvolvimento econômico do estado.
Em sua fala, Eduardo Paes ressaltou a importância de Petrópolis como polo de inovação.
“Petrópolis é conhecida pelo Museu Imperial, pelas montanhas e pelo café da tarde. Mas, desde março de 2025, também é oficialmente a Capital Estadual da Tecnologia. A cidade reúne mais de 400 empresas do setor, gera mais de 5 mil empregos diretos e movimenta mais de R$ 1 bilhão em faturamento. A presença do supercomputador ajuda a atrair talentos, empresas e investimentos”, afirmou.
Supercomputador impulsiona pesquisas estratégicas
Fundado em 1980 e vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o LNCC é referência nacional em computação científica e pesquisa multidisciplinar. O laboratório desenvolve estudos em áreas como inteligência artificial, mudanças climáticas, biociências, medicina, energia, astronomia e meio ambiente.
Instalado desde 2015, o supercomputador Santos Dumont recebeu esse nome em homenagem ao inventor brasileiro Alberto Santos Dumont. O equipamento atende gratuitamente pesquisadores de todo o país e possui capacidade para executar cerca de 20 quatrilhões de operações por segundo, permitindo o processamento de projetos científicos de grande porte.
Segundo Paes, a estrutura teve papel fundamental durante a pandemia de Covid-19.
“Durante a pandemia, foi o Santos Dumont que processou o sequenciamento do genoma do coronavírus no Brasil. Hoje, ele apoia pesquisas em clima, saúde, energia e inteligência artificial. É um exemplo de ciência pública colocada a serviço da sociedade”, destacou.





